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AMGD - Associação das Mulheres Guineenses na DiásporaÉ uma instituição particular de carácter social e cultural sem fins lucrativos. Tem personalidade e capacidade jurídicas nos termos da lei, tendo sido legalizada a 3 de Abril de 2009.
A associação é fruto do esforço conjunto de mulheres guineenses: Nazaré Ferreira, Falcão Baticam, Etelvina Gomes, e Elsa Maria Silva. Inicialmente era designada por Associação das Mulheres Guineenses Residentes em Portugal – AMGRP. No entanto, após a sua legalização mudou para Associação das Mulheres Guineenses na Diáspora – AMGD, no sentido de englobar todos os imigrantes principalmente as mulheres que vivem fora do seu país de origem. A AMGD estabeleceu como missão dar respostas aos problemas que vão surgindo com imigrantes em geral e em particular às mulheres imigrantes no domínio social, jurídico e educacional. Tem como objectivo garantir a plena integração dos imigrantes guineenses, apoiar pessoas, crianças e adultos, em situação de carência e a defesa dos direitos das mulheres no contexto da violência doméstica e mutilação genital. Além disso, pretende oferecer uma alternativa válida e viável para a população, no sentido de contribuir para uma transformação social da comunidade migrante, melhorando a qualidade de vida como ser humano. Neste momento tem a decorrer um projecto intitulado “Rumo ao bem-estar” cujo objectivo é o de promover uma melhor integração dos imigrantes e o de proceder a um levantamento de imigrantes em situação irregular no Seixal, de maneira a que possam ter um pleno usufruto de cuidados de saúde. A AMGD está sediada provisoriamente no Concelho de Seixal. Contactos: Rua Professor Egas Moniz, Nº 11, 1º esquerdo, 2840-112 Aldeia de Paio Pires/Seixal |
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